Quem somos · Como funcionamos

Sobre a Paytime.

A infraestrutura white label que está por trás de mais de 1.500 ecossistemas fintechzados. Tudo o que você precisa saber para decidir se faz sentido conversar.

O que é a Paytime?

Resposta curta

A Paytime é uma empresa brasileira de infraestrutura white label de pagamentos, fundada em 2018, pertencente ao Grupo Bemobi (BMOB3). Permite que empresas lancem fintechs com a própria marca — maquininha, app, banking e gateway — sem construir do zero.

Operamos no modelo B2B2B: o parceiro contrata a Paytime e oferece serviços financeiros aos próprios clientes finais com identidade visual própria. A Paytime cuida da infraestrutura técnica, regulatória e financeira; o parceiro cuida da operação comercial.

Na prática, dá pra lançar uma fintech (com app nas lojas, terminais Android, banking BaaS, gateway online, antifraude e split) com a operação no ar em 5 dias e apps publicados em até 30 dias.

Como funciona o modelo white label?

Resposta curta

O parceiro contrata a Paytime, recebe a infraestrutura completa personalizada com a sua marca e oferece os serviços aos próprios clientes finais. Cada transação gera comissão recorrente para o parceiro, mensurada como percentual do TPV.

Parceiro contrata a Paytime e passa pelo onboarding (3 dias para brandkit, 7 dias para setup).

Paytime entrega app iOS+Android, painel de gestão, terminais físicos e gateway online com a marca do parceiro.

O parceiro cadastra seus clientes finais, que transacionam usando essa marca.

A Paytime captura uma taxa do TPV e o parceiro fica com o spread sobre o que cobra do cliente final.

Quem pode contratar a Paytime?

Resposta curta

Empreendedores lançando primeira fintech, representantes comerciais com base ativa, ex-bancários, corbans, empresas de ERP/PDV, redes de franquias, marketplaces, fintechs early-stage e gateways estabelecidos.

O perfil ideal é quem já tem o ativo mais difícil: relacionamento com uma base de clientes. A Paytime resolve a parte técnica e regulatória; o parceiro converte sua base em receita recorrente.

Quanto tempo leva para minha fintech estar no ar?

Resposta curta

No modelo No Code, a operação entra no ar em 5 dias úteis; os apps são publicados nas lojas em até 30 dias. Migrações levam 2 dias úteis. No modelo API, o sandbox está disponível de imediato.

Dias 1–3: diagnóstico, brandkit e aplicação da identidade visual.

Dias 4–10: setup da infraestrutura (banking, gateway, terminal, painel).

Dias 11–22: apps publicados nas lojas.

Dias 23–30: treinamento da equipe comercial, go-live e primeiras transações.

A Paytime é segura e regulada?

Resposta curta

Sim. Regulada pelo BACEN, certificada PCI DSS Level 1, em conformidade com LGPD, operada sob governança do Grupo Bemobi (BMOB3, B3). Processa R$ 15 bilhões+ em transações por ano.

BACEN: infraestrutura regulada pelo Banco Central.

PCI DSS Level 1: certificação anual para processamento de cartões.

LGPD: conformidade nativa, DPO próprio.

BMOB3: capital aberto, auditoria externa, transparência regulatória.

ISO 27001 em processo de certificação contínua.

Como a Paytime ganha dinheiro?

Resposta curta

A Paytime cobra um percentual sobre o volume total transacionado (TPV) pelos parceiros. O parceiro define seus próprios preços para os clientes finais e captura a margem.

O modelo é alinhado: a Paytime só ganha quando o parceiro ganha. A take rate exata varia conforme volume, mix de meios de pagamento, formas de pagamento e produtos contratados — negociada no onboarding.

Qual a diferença entre No Code e API?

Resposta curta

No Code é uma plataforma visual gerenciada por painéis, sem código — ideal para quem não tem time técnico. API é uma REST documentada para times com engenheiros que querem controle total, com sandbox imediato.

Ambos compartilham o mesmo core (mesmas adquirentes, mesmo banking BaaS, mesma infra anti-fraude). A diferença é apenas a camada de interação. Você pode inclusive começar em No Code e migrar para API depois.

Como funciona o split de pagamentos?

Resposta curta

O split nativo divide automaticamente cada transação entre N recebedores — sem planilhas, sem reconciliação manual. Acontece em tempo real, com cada recebedor liquidado independentemente.

Marketplace: compra de R$ 1.000 → R$ 900 vendedor, R$ 90 plataforma, R$ 10 entregador.

Franquia: R$ 5.000 na maquininha → R$ 4.500 franqueado, R$ 350 franqueador (royalties).

Gateway/PSP: divisão automática para múltiplos parceiros em cada transação.